Reencontrar o Meu Filho Foi a Pior Coisa que Me Aconteceu
Retorno à Casa

Depois do interrogatório, decidi levar o jovem para a casa onde ele havia crescido, na esperança de despertar algo dentro dele. Assim que entramos, um turbilhão de emoções tomou conta de mim. O cheiro familiar, as paredes carregadas de memórias, cada detalhe parecia sussurrar os momentos felizes que tivemos ali.
Mas agora, a ausência era quase tangível. Olhei para ele, buscando alguma reação, mas sua expressão permanecia distante. Ele parecia mais um espectador do que alguém reconectando com o passado. O lugar, que para mim transbordava de lembranças, não parecia ter o mesmo efeito sobre ele. Era como se nada ali pudesse alcançar suas memórias – ou seu coração.
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